Lixo extraordinário

Depois de assistir ao documentário, pode-se concluir muitos aspectos sobre tal. Entre eles, como uma cidade como o Rio de Janeiro abriga um dos maiores aterros sanitários do mundo e os catadores que lá trabalham e vivem desse lixo, podem ser pessoas de caráter e que tem conhecimento. Trabalham e moram em ‘’montanhas reciclaveis’’, dando o melhor de si todo o dia, separando o lixo reciclável do lixo não reciclável. No documentário, é mostrado a humildade e a emoção de uma vida dura.

Todo este mundo vivia escondido até a chegada do artista plástico Vic Muniz. Com seu talento, Vick os oferece algumas oportunidades de ver uma outra vida como jamais pensaram. O medo do artista brasileiro, no entanto, era mostrar um universo o qual os catadores nunca tiveram visto e de um dia para o outro, voltar a realidade do aterro sanitário. Mas esse medo é superado pela vontade de Vic a dar-lhes tal oportunidade. Assim, Vic tranforma o lixo diário e o trabalho dessas pessoas em obra de arte, trocando o pincel e a tinta, por mão de obra trabalhadora cujo principal e único material é o lixo reciclável.

É incrível o que aquelas pessoas passam todos os dias, suando e correndo para sobreviver e como a arte é capaz de transformar e emocionar as pessoas. No documentário, arte e realidade ficam mais próximas do que se imagina. Por trás de cada rosto existe uma história, que pode ser transformada ou adaptada.

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