Story of Stuff

        

Há alguns anos, novos temas vêm sendo apresentados e discutidos com muita freqüência, como o ciclo das coisas. O vídeo retrata a produção dos materiais que é iniciada na extração e finalizada no descarte, fazendo criticas aos problemas como a grande quantidade de lixo gerada. Nesse documentário a narradora Annie Leonard, mostra que a cada ano diminui o tempo para o uso do produto adquirido, que na sua grande maioria após a utilização é jogado no ecossistema, prejudicando vidas além da fauna e flora. É nesse ponto que o documentário chega, abordando questões como poluição e consumo exagerado da população mundial.

[grupo 1]

   Extração

    Desde sempre, o Homem precisa da Natureza e seus recursos indispensáveis para a sua sobrevivência. O avanço da ciência e da tecnologia, permitiu ao Homem ter uma qualidade de vida melhor, mas com a intervenção humana, sem responsabilidade, estão ocorrendo  profundas alterações do equilíbrio natural dos ecossistemas.

Essas alterações, causadas pela exploração excessiva dos recursos naturais, são consequências de um sistema linear de produção, no qual se retira tudo quanto é possível e não se retorna nada além de lixo.  A industrialização acelerada é a motivação desse caos, já que a extração é uma das etapas de produção.

Atualmente, os países desenvolvidos  possuem uma necessidade de matéria-prima que não é suprida pelos seus próprios recursos, devido a falta de consciência da população que consome demais e assim incentiva a produção de mais coisas, cada vez mais. Esse déficit, então, torna-se motivo para procurar novas fontes de recursos naturais (lê-se : outros países capazes de sustentar produtividade desse desenvolvido).

Os países responsáveis pelo sucesso da economia industrial, são do grupo chamado, terceiro mundo, referência ao terceiro estado na revolução francesa, ou seja os pobres. Países como o Brasil, que oferecem matéria-prima em abundância, mão de obra barata e leis “flexíveis”, são a base do sistema.

Embora não possamos mudar todo o processo de uma só vez, podemos diminuir o consumo e consequentemente a extração de matéria prima, e lutar pelo nosso direito de preservar os recursos naturais do nosso país, que deveria ser usado e zelado somente por nós.

Usando de forma consciente e responsável é que se começa um sistema infinito e sustentável !

 [grupo 2]  

A extraçao é a primeira fase do sistema que segue no nosso planta, nela matamos animais, poluimos rios, explodimos montanhas para obter seus minérios, e o pior: cortamos as árvores  originais, fazendo com que haja uma imensa clareira no meio da floresta. alguns países, como os Estados Unidos, além de extrair os recursos do proprio país, retira também os recursos de outros países, pois como a propria Annie Leonard diz, “as coisas dos outros países são as nossas coisas que foram parar na terra dos outros”.

          Agora os materiais vão para a produção, onde há gasto de energia, mistura de químicos tóxicos com produtos naturais para fazer produtos tóxicos. Mais de 100 mil químicos sintéticos são usados no comércio hoje. Consequentemente esses produtos são usados por nós, todos os dias, e assim fazendo-nos mal a saúde por entrarmos em contato direto com os mesmos. Enquanto forem colocados tóxicos dentro dos sistemas industriais de produção vamos continuar tendo tóxicos dentro das coisas que trazemos para nossas casas, escolas, e assim para dentro de nós. Esses tóxicos acumulam na cadeia alimentícia e concentram nos nossos corpos, e o alimento que está no topo da cadeia alimentícia, o mais tóxico, é o leite materno, significa que os bebês estão ingerindo a dose mais alta de sua vida de químicos tóxicos ao serem amamentados por suas mães. Sem contar aqueles que trabalham nas indústrias, são os que mais sofrem com a ‘contaminação’. A distruição do meio ambiente faz as populações mudarem, de onde viveram por anos, para favelas e trabalhando nas indústrias, sem se preocupar se está sendo contaminado ou não, ou seja comunidades e pessoas são desperdiçadas. Muitos tóxicos saem das fábricas em produtos, mas uma quantidade maior ainda sai enquanto produtos derivados, ou poluição. Nos Estados Unidos, maior pontência mundial, a indústria admite lançar quase duas toneladas de químicos tóxicos por ano, e para não poluir sua própria terra, mandam para os outros países, os mais pobres.

GRUPO 3

Agora os materiais vão para a produção, onde há gasto de energia, mistura de químicos tóxicos com produtos naturais para fazer produtos tóxicos. Mais de 100 mil químicos sintéticos são usados no comércio hoje. Consequentemente esses produtos são usados por nós, todos os dias, e assim fazendo-nos mal a saúde por entrarmos em contato direto com os mesmos. Enquanto forem colocados tóxicos dentro dos sistemas industriais de produção vamos continuar tendo tóxicos dentro das coisas que trazemos para nossas casas, escolas, e assim para dentro de nós. Esses tóxicos acumulam na cadeia alimentícia e concentram nos nossos corpos, e o alimento que está no topo da cadeia alimentícia, o mais tóxico, é o leite materno, significa que os bebês estão ingerindo a dose mais alta de sua vida de químicos tóxicos ao serem amamentados por suas mães. Sem contar aqueles que trabalham nas indústrias, são os que mais sofrem com a ‘contaminação’. A distruição do meio ambiente faz as populações mudarem, de onde viveram por anos, para favelas e trabalhando nas indústrias, sem se preocupar se está sendo contaminado ou não, ou seja comunidades e pessoas são desperdiçadas. Muitos tóxicos saem das fábricas em produtos, mas uma quantidade maior ainda sai enquanto produtos derivados, ou poluição. Nos Estados Unidos, maior pontência mundial, a indústria admite lançar quase duas toneladas de químicos tóxicos por ano, e para não poluir sua própria terra, mandam para os outros países, os mais pobres.

[grupo x]

        Distribuição significa, segundo a autora, “vender todo esse lixo contaminado o mais rápido possível”, e eles – as corporações, ligadas ao Estado – garantem isso mantendo os preços baixos, assim, sempre há procura. No entrando, mantendo o preço baixo, quem paga não é o consumidor, e sim o operário, que, além de ser explorado em tempo de trabalho, por exemplo, tem seu salário menor ainda. Assim, o dinheiro que seria usado para garantir os direitos do trabalhador, serve para externalizar os custos reais, que não estão capturados no preço, e sim na exploração salarial desses trabalhadores. Esse ganho com a exploração, é chamado de mais-valia.

[grupo 4]

         A narradora faz uma figuração do consumo, em uma seta dourada, que é o que move todo o sistema apresentado por ela. O quanto trabalhamos e nos esforçamos é mostrado de acordo com a seta, para sempre manter o material circulando. Essa seta seria um ciclo sem fim. Apenas 1% das coisas que consumimos são aproveitadas e mesmo assim produzimos cada vez mais.

         O consumismo é o que move essa seta e o sistema, é o que infla o ego e faz as pessoas se sentirem bem, mas qual é o preço disso na natureza? Na verdade, esse parece não ser um ponto de preocupação, já que o objetivo da economia, principalmente a americana, é produzir mais bens de consumo, virando as costas para as possíveis conseqüências. A prioridade em produzir mais bens de consumo tem assustado a parcela da população que foge da alienação, pois em vez de investir em segurança, escolas e em transporte seguros o governo aplica seu capital na cada vez maior influência da mídia no consumismo exagerado.A propaganda sempre foi a alma do negócio, o que está cada vez mais visível. Pessoas sao bombardeadas com propagandas todos os dias, seja em TVs, computadores, banners nas ruas, jornais ou revistas, em todos os lugares é possivel encontrar algum anúncio que reforce o consumismo.

E como se nao bastasse, a mídia nos faz pensar que cada vez devemos consumir mais e mais, nos dizem que nosso cabelo está errado, nossa roupa está errada, nosso carro está errado, e de modo subliminar dizem: VOCE ESTÁ ERRADO! E como consertar? FAÇA COMPRAS! Parece simples para o sistema, mas na verdade, a felicidade das pessoas está, de fato caindo. Estamos cada vez mais fazendo parte de um ciclo vicioso sem volta, aonde trabalhamos, trabalhamos e trabalhamos, tudo para que possamos comprar aquele carro ou aquela roupa que vimos na propaganda, e depois usarmos o nosso pouco tempo livre para assistir televisao e mais uma vez sermos influenciados a fazer compras! Estamos sempre nos desgastando para comprar produtos descartaveis e sem a mínima preocupação com o meio-ambiente e com a forma que o produto foi fabricado, simplesmente porque a mídia nos faz acreditar que é isso que nos fará feliz.

[grupo 5]

         Através de uma profunda análise do documentário em questão, podemos concluir que as fases do sistema linear causam um desgaste muito grande, não só social, mas também natural. Estamos involuntariamente poluindo e devastando nosso planeta, aumentando cada vez mais a quantidade de toxinas na atmosfera, no solo, nas águas e nos alimentos, fazendo com que haja também um impacto negativo quanto a nossas próprias saúdes. Conseguiremos reverter esses processos contribuindo com reflorestamentos, com a utilização de mais filtros nas fábricas, com o consumo e descarte mais consciente e sem utilizar necessariamente a reciclagem. É somente assim, fazendo essas simples mudanças, que poderemos reverter os danos causados ao nosso bem-estar e ao nosso planeta antes que seja tarde demais.

[grupo 6]

Uma das críticas feita no vídeo ‘A História das Coisas’ é sobre o descarte do lixo produzido. Só Nos Estados Unidos (país em questão), cada americano produz dois quilos de lixo por dia, mas nenhum deles para, e pensa aonde essa quantidade vai chegar após ser depositado em lixeiras. A narradora explica isso, dizendo que vai tudo para aterros sanitários, sendo uma parte levada ao processo de incineração antes (as duas formas polúem o sono, o ar, a água e ainda altera o clima). Este último processo libera muitas substâncias tóxicas no ar, uma em especial: a dioxina que é a mais tóxica feita pelo homem.

Pesquisando sobre o tratamento de lixo feito em Santos, sabe-se que a maior parte dele é levada para lixões a céu aberto (o principal da cidade é localizado no bairro da Alemoa), o pior destino, pois além de causar um cheiro insuportável e ser um local propício para baratas e ratos, o líquido que sai do lixo, chamado chorume, polui solo e água.

[grupo 7]

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