Tecnologia na Educação

As novas tecnologias estão ganhando cada vez mais espaço nas salas de aula, sendo inclusive apontadas por alguns especialistas como ferramentas essenciais na educação.

Mas apesar de muitas escolas possuírem estas tecnologias, muitas vezes elas não são totalmente aproveitadas, e nem são acessíveis aos alunos e professores. Segundo estudos recentes, professores e escolas não conseguem interligar estes instrumentos às atividades regulares.

Segundo o pedagogo Arnaud Soares de Lima Júnior os modos de viver e de pensar a organização da vida estão em crise. Está em curso uma mudança qualitativa em virtude da rápida transmissão de informações entre as sociedades, rompendo com isso as barreiras geográficas dos países.

“Por isso, cabe à educação uma parcela de responsabilidade tanto na compreensão crítica do(s) significado(s) desta transformação, quanto na formação dos indivíduos e grupos sociais. Estes devem assumir com responsabilidade a condução social de tal virada, provocada, entre outros fatores, pela revolução nas dinâmicas sociais de comunicação e de processamento de informação”, analisa Arnaud.

É visível que a introdução das novas tecnologias digitais na educação apresentou mudanças para a dinâmica social, cultural e tecnológica: modelos pedagógicos foram quebrados, tornando-se desatualizados frente aos novos meios de armazenamento e difusão da informação, mudam também os conteúdos, os valores, as competências, as performances e as habilidades tidas socialmente como fundamentais para a formação humana.

Além disso, o uso da Internet não representa grande desafio para que os professores aprendam a sua utilização, porque suas funções mais sofisticadas são acionadas até mesmo por intuição, isso por causa da expressão “interface amigável”, que viabiliza o manuseio rápido e fácil.
Já no que diz respeito a utilizar a internet como meio para atrair a atenção dos estudantes, Arnaud salienta que não basta prender a atenção dos estudantes com a tecnologia, porque isto já acontece naturalmente

Para finalizar, o pedagogo menciona que diferente do que muitas pessoas acreditam, a Internet não é só uma rede meramente técnica e digital. “A Internet dever vista pelos educadores como uma rede de comunicação, de cultura, de socialização e sociabilidade. Ela está relacionada aos interesses políticos e mercadológicos, além de sua dinâmica estar submetida aos efeitos dos desejos e de representações sociais”, conclui Arnaud.

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Sobre Grupo 5

Beatriz Monteiro, Guilherme Carvalho, Guilherme Goes, Joanna Lombardi, Kauê Ortega e Otávio Pereira Ver todos os artigos de Grupo 5

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