Darwinismo Social

O esterótipo do homem branco, liberal e cristão como o “bom moço que trará a evolução”, foi muito usado na segunda metade do século XIX como desculpa para expansão do capitalismo. Os europeus precisavam aumentar seu mercado e praticar o imperialismo em outros continentes; e claro que a nova teoria de Charles Darwin sobre a Evolução das Espécies explicaria todo o processo de exploração sobre as outras terras e pessoas.

Os europeus colocavam os africanos, asiáticos e seres humanos com diferentes características físicas, como sendo inferiores – apenas por parecerem diferentes.  Faziam o uso da teoria de Darwin para dizer que um povoado é diferente e menos evoluído, necessitando assim de um processo civilizatório, o qual o homem branco deveria fornecer a eles e que “enbranqueceria” sua espécie. Essa diferenciação entre culturas e, principalmente, sobre a cor da pele gerou consequencias observadas ao longo da história, até hoje.

Atualmente

As marcas do evolucionismo europeu são aparentes até nos dias de hoje. Consequencias como o racismo são evidentes.

Hoje o racismo por mais que seja de certa forma menor, continua presente em nossa sociedade, tanto no Brasil quanto em diversos outros países, como Estados Unidos e França. O racismo está “mascarado” entre revistas, televisão e claro, a internet (ainda mais que pode se fazer um uso anônimo ou falso de um usuário em diversas redes sociais).

O primeiro crime virtual de racismo no Brasil ocorreu em meados do ano de 1997 na cidade de Juiz de Fora (MG) em que os computadores de uma universidade foram utilizados para a divulgação de várias mensagens preconceituosas contra negros e homossexuais em uma lista de discussão sobre sexualidade instalada na Unicamp. O episódio que, por vários dias, ocupou as manchetes dos jornais do país ficou conhecido como o caso rancora.

Conclusão

O uso do Darwinismo social pelos europeus gerou muito mais do que a dominação dos povos, fez com que crescesse uma ideia de que o homem branco é melhor, bom e honesto; enquanto a imagem de negros,ou qualquer outro tipo de etnia, como asiáticos, mexicanos e indígenas estão diretamente ligados ao crime, violência e inferioridade social. Tal ideia, é apresentada em um teste com crianças americanas negras e com duas bonecas, uma negra e uma branca, demonstrando que a sociedade já cresce com tal ideal, que vem se arrastando de forma negativa desde o século XIX.

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Sobre Grupo 5

Beatriz Monteiro, Guilherme Carvalho, Guilherme Goes, Joanna Lombardi, Kauê Ortega e Otávio Pereira Ver todos os artigos de Grupo 5

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